2.5 New Vision Generation

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Uma abordagem diferenciada em correção visual

Atualmente, em torno de 2,5 bilhões de pessoas no mundo ainda precisam ter sua visão corrigida e 95% delas vivem em países emergentes. Esta condição é, sem dúvida, consequência da falta de conscientização e de acesso aos profissionais na área da saúde visual. Países como Índia e China possuem o maior número de pessoas com visão não corrigida. Se não forem tomadas medidas imediatas, as estimativas mostram que esta importante questão socioeconômica afetará 3,2 bilhões de pessoas até 2050.

Estas são algumas das principais razões que levaram o Grupo Essilor a criar um projeto chamado "2.5 New Vision Generation" cuja ambição é inverter a atual tendência de crescimento do número de pessoas não corrigidas no mundo, desenvolvendo modelos de negócios baseados em inclusão social, inovação, escalabilidade, sustentabilidade financeira e que visa incluir milhões de novos usuários de óculos por ano até 2020. Tais modelos de negócios poderão se beneficiar da experiência acumulada pelo Grupo Essilor no desenvolvimento de produtos e na cadeia de fornecimento, bem como seu conhecimento dos mercados locais onde projetos piloto já foram testados.

2.5 New Vision Generation hoje no mundo:

Índia

Foi um dos primeiros países a implantar um dos novos modelos de negócio em larga escala. A parceria desenvolvida com a B-Able, uma escola técnica local, marcou o lançamento do programa Eye-Mitra (Eye Mitra significa "Amigo dos Olhos").

O programa visa levar os cuidados com a visão para a porta das pessoas nas zonas rurais, graças ao desenvolvimento de microempresários locais compostos por moradores desempregados da região.

Os jovens empresários participantes do programa são treinados e equipados para que eles possam iniciar seu próprio negócio, realizando exames básicos de visão e distribuindo óculos nos seus estabelecimentos. Hoje, na Índia, 550 milhões de pessoas precisam de correção visual. A perda de produtividade total devido à visão não corrigida é estimada em US$ 37 bilhões ao ano.

China

Na China, as primeiras iniciativas estão sendo desenvolvidas com enfoque nos grandes conglomerados fabris, onde milhares de funcionários de chão de fábrica não possuem acesso à assistência médica e nem mesmo estão conscientes dos efeitos da baixa visão.

Equipes de profissionais da área ótica e optometristas visitam tais indústrias para levar acesso ao exame médico e aos óculos que podem ser montados na hora, gerando um excelente impacto na qualidade de vida do público atendido, e certamente melhores índices de produtividade a médio prazo.

Muitos outros modelos de negócio estão sendo desenvolvidos para alcançar o maior número possível de pessoas que precisam de correção visual mas não possuem meios de acesso. Fique atento: em breve informaremos mais iniciativas que estão ocorrendo nestes países, no Brasil e em outras regiões do globo.

Fonte:

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